Qual foi a sua história preferida na infância? Você ainda se lembra? Me recordo que amava ir à casa de meus avós para ouvir histórias variadas que meu avô, contava. Às vezes, de algum livro, em outros momentos as que tirava de sua imaginação. Eu passava horas ouvindo e imaginando cada detalhe do que estava sendo narrado.
Um ambiente familiar de desenvolvimento infantil deve ser marcado por experiências memoráveis.
Hoje quando vejo as pesquisas que demonstram a importância da leitura em família e estudo sobre desenvolvimento infantil, comprovo a teoria, na prática do meu avô, que mesmo sem estudos e em sua simplicidade, fez de mim uma leitora assídua e um ser humano mais sensível.
Sem dúvidas, esse foi o primeiro e mais forte estímulo que tive, que levei para a vida e que ressoa em mim, até hoje. Os demais estímulos foram e ainda são, complementares, servem para trabalhar e aperfeiçoar a minha visão e compreensão do mundo. Mas o ponto de partida dessa paixão não se deu na escola, mas em tardes comuns de uma rotina regada de afeto, diálogo e contação de histórias.
Acredito que a educação vai muito além das técnicas e teorias, ela é também dinâmica e se aperfeiçoa no cotidiano, no cultivo da própria existência. Por isso, ela deve ser integral, leve e repleta de experiências. E bem, ela não deve ser responsabilidade exclusiva da escola. É comum, nos dias atuais, essa terceirização educacional, pagamos para que eduquem nossos filhos e às vezes, esquecemos do primordial: a vida não começa em uma instituição de ensino, mas em uma instituição familiar.
O ambiente familiar de desenvolvimento deve ser tão acolhedor e descomplicado, quanto um avô numa tarde a contar histórias.
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O ambiente familiar de desenvolvimento infantil deve ser marcado por experiências memoráveis.
Qual foi a sua história preferida na infância? Você ainda se lembra? Me recordo que amava ir à casa de meus avós para ouvir histórias variadas que meu avô, contava. Às vezes, de algum livro, em outros momentos as que tirava de sua imaginação. Eu passava horas ouvindo e imaginando cada detalhe do que estava sendo narrado.
Hoje quando vejo as pesquisas que demonstram a importância da leitura em família e estudo sobre desenvolvimento infantil, comprovo a teoria, na prática do meu avô, que mesmo sem estudos e em sua simplicidade, fez de mim uma leitora assídua e um ser humano mais sensível.
Sem dúvidas, esse foi o primeiro e mais forte estímulo que tive, que levei para a vida e que ressoa em mim, até hoje. Os demais estímulos foram e ainda são, complementares, servem para trabalhar e aperfeiçoar a minha visão e compreensão do mundo. Mas o ponto de partida dessa paixão não se deu na escola, mas em tardes comuns de uma rotina regada de afeto, diálogo e contação de histórias.
Acredito que a educação vai muito além das técnicas e teorias, ela é também dinâmica e se aperfeiçoa no cotidiano, no cultivo da própria existência. Por isso, ela deve ser integral, leve e repleta de experiências. E bem, ela não deve ser responsabilidade exclusiva da escola. É comum, nos dias atuais, essa terceirização educacional, pagamos para que eduquem nossos filhos e às vezes, esquecemos do primordial: a vida não começa em uma instituição de ensino, mas em uma instituição familiar.
O ambiente familiar de desenvolvimento deve ser tão acolhedor e descomplicado, quanto um avô numa tarde a contar histórias.