Isso porque é nessa fase que se molda a estrutura e o funcionamento do cérebro.
Então, muita atenção a essa característica do cérebro na infância: a “plasticidade cerebral”, capacidade de se reorganizar e formar novas conexões entre os neurônios. Ou seja, os estímulos oferecidos na primeira infância, as relações tecidas, as atividades praticadas e as vivências de modo geral, darão base para essa formação cerebral.
Exemplo de aumento da densidade sináptica ao longo dos dois primeiros anos de vida da criança.
Fonte: Conel, JL. The postnatal development of the human cerebral cortex. Cambridge, Mass: Harvard University Press, 1959.
Em contrapartida, as redes neuronais que não foram utilizadas são suprimidas pelo cérebro. Vale uma ressalva aqui: o que não é estimulado na infância, tende a desaparecer do nosso cérebro na idade adulta. Já o que é vivenciado na infância se aperfeiçoa com o passar dos anos.
É simples de compreender, se observarmos, por exemplo, as crianças que aprendem uma segunda língua com muito mais facilidade do que nós. Aprender a dançar e tocar um instrumento, seguem essa mesma lógica. Mas, como esses estudos são novos, muitos pais e educadores não se atentam a isso e agem como se o bebê em seus primeiros anos de vida precisasse apenas de alguém que cuide e atenda às suas necessidades básicas.
Por isso, esse conhecimento é tão valioso, já que é nos primeiros três anos de vida de uma criança que acontece essa “explosão” neuronal, momento em que ela mais precisa de assistência, estímulo e experiências que possibilitem o seu desenvolvimento integral. Mas, cuidado com o excesso de estímulo! Ele pode gerar estresses e traumas, busque sempre equilíbrio, auxílio profissional e principalmente respeitar as fases de desenvolvimento e a forma como a sua criança aprende.
Usamos cookies 🍪 para tornar a sua experiência ainda mais mágica e personalizada. Para saber mais acesse nossa página de Política de privacidadeEntendi
Os primeiros anos de vida de uma criança são fundamentais para o seu desenvolvimento!
Isso porque é nessa fase que se molda a estrutura e o funcionamento do cérebro.
Então, muita atenção a essa característica do cérebro na infância: a “plasticidade cerebral”, capacidade de se reorganizar e formar novas conexões entre os neurônios. Ou seja, os estímulos oferecidos na primeira infância, as relações tecidas, as atividades praticadas e as vivências de modo geral, darão base para essa formação cerebral.
Exemplo de aumento da densidade sináptica ao longo dos dois primeiros
anos de vida da criança.
Cambridge, Mass: Harvard University Press, 1959.
Em contrapartida, as redes neuronais que não foram utilizadas são suprimidas pelo cérebro. Vale uma ressalva aqui: o que não é estimulado na infância, tende a desaparecer do nosso cérebro na idade adulta. Já o que é vivenciado na infância se aperfeiçoa com o passar dos anos.
É simples de compreender, se observarmos, por exemplo, as crianças que aprendem uma segunda língua com muito mais facilidade do que nós. Aprender a dançar e tocar um instrumento, seguem essa mesma lógica. Mas, como esses estudos são novos, muitos pais e educadores não se atentam a isso e agem como se o bebê em seus primeiros anos de vida precisasse apenas de alguém que cuide e atenda às suas necessidades básicas.
Por isso, esse conhecimento é tão valioso, já que é nos primeiros três anos de vida de uma criança que acontece essa “explosão” neuronal, momento em que ela mais precisa de assistência, estímulo e experiências que possibilitem o seu desenvolvimento integral. Mas, cuidado com o excesso de estímulo! Ele pode gerar estresses e traumas, busque sempre equilíbrio, auxílio profissional e principalmente respeitar as fases de desenvolvimento e a forma como a sua criança aprende.